Palestrino desde o berço, Veiga ruma ao AMérica-MEX e principal organizada enaltece legado o tratando como um representante da torcida nos gramados O Palmeiras fechou o negócio e o que era possibilidade, virou realidade. Nesta sexta-feira (30), Raphael Veiga teve seu empréstimo ao América-MEX oficializado. Desta forma, o Alviverde desde
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou nesta quinta-feira (29) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para autorizar visitas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do senador Magno Malta (PL-ES). Moraes citou riscos às investigações em andamento e ocorrências disciplinares anteriores. A decisão também determinou que
Insistência na saída curta sob pressão e excesso de ‘esporros’ à beira do campo desestabilizam o time, que falhou além do normal contra o Mirassol nesta quinta-feira (29)
A estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro escancarou um problema que vai além de falhas individuais. A derrota por 2 a 1 para o Mirassol, de virada, no interior paulista, teve a digital direta de Fernando Diniz — tanto pela teimosia tática quanto pelo descontrole emocional à beira do gramado.
O Cruz-Maltino até começou bem e abriu o placar com Philippe Coutinho, de cabeça, após cruzamento de Puma Rodríguez. Mas o cenário mudou completamente quando o Mirassol subiu a marcação e passou a pressionar agressivamente a saída vascaína.
Foi aí que a convicção de Diniz virou problema.
A insistência que virou erro em série
Mesmo com o adversário encaixando a pressão e fechando linhas de passe, o Vasco não variou a saída de bola. A equipe seguiu tentando construir curto, em zonas perigosas, sem a movimentação necessária para sustentar a ideia. O resultado foi um volume de erros muito acima do normal.
O lado direito virou um alvo claro. Puma Rodríguez, pressionado, falhou em sequência. No meio, faltava aproximação. Na frente, ninguém oferecia linha de passe segura. Ainda assim, o time não ajustou o comportamento.
Puma Rodríguez errou demais nas saídas de bolas do Vasco, o que deu confiança ao Mirassol para virada no Maião – Foto: Vinicius Silva/AGIF
O empate do Mirassol nasceu justamente dessa insistência. Após erro na construção, a jogada volta para a área, Renato Marques cabeceia nas costas de Puma, e Cuesta marca contra. Um gol que não foi acidente — foi consequência.
No 2º tempo, o roteiro se repetiu quase da mesma forma. Sob pressão, Lucas Piton perdeu a bola na entrada da área, o Mirassol recuperou, e Eduardo finalizou para virar o jogo, com desvio em Thiago Mendes. Mais uma vez, a origem estava na saída forçada, previsível e mal executada.
O Vasco não foi apenas pressionado. Foi induzido ao erro — e colaborou com isso.
A cobrança faz parte do perfil do técnico, mas, desta vez, o excesso pareceu aumentar a tensão de um time que já estava inseguro. Em vez de serenidade para ajustar posicionamento, oferecer alternativas ou acalmar a equipe, o Vasco teve um comandante visivelmente irritado e reativo.
O reflexo foi um time apressado, errando decisões simples e sem clareza para sair da pressão adversária.
Quando a virtude vira obstáculo
A saída de bola trabalhada é a marca registrada de Fernando Diniz. Mas, no Maião, ela deixou de ser identidade para virar teimosia sem contexto. Faltou leitura de jogo para entender que o Mirassol havia encaixado a pressão e que, em certos momentos, a melhor solução era simplificar.
Não se trata de abandonar um modelo, mas de saber quando adaptá-lo. O Vasco não fez isso — e pagou caro.
Sinal de alerta logo na largada
Depois de uma temporada passada marcada por fragilidade defensiva, o Vasco volta a sofrer gols em jogadas que nascem de erros próprios. Mais do que falhas técnicas, a estreia mostrou um time emocionalmente afetado e taticamente engessado.
A derrota não veio apenas dos pés dos jogadores. Veio também da área técnica.
E, se Diniz não encontrar o equilíbrio entre convicção e adaptação — e entre cobrança e controle — o Vasco pode transformar sua principal ideia de jogo no seu maior inimigo ao longo do campeonato.
Treinador não demorou mais que 5 minutos para ‘cuspir marimbondos’ em seus comandados na estreia pelo Campeonato Brasileiro
A estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro começou tensa à beira do gramado. Antes mesmo dos cinco minutos de jogo contra o Mirassol, no interior de São Paulo, Fernando Diniz já demonstrava irritação com falhas na saída de bola da equipe cruz-maltina.
O primeiro alvo foi o meia Nuno Moreira. Pressionado no campo defensivo, o português tentou forçar uma jogada curta e acabou colocando o sistema defensivo em risco. A reação do treinador foi imediata. Da área técnica, Diniz gritou de forma contundente, visivelmente incomodado com a decisão do atleta.
A transmissão do SporTV flagrou o momento e confirmou a bronca. Segundo a reportagem de campo, o técnico chegou a berrar: “O que você fez?”, em tom de incredulidade com a jogada arriscada tão perto da própria área.
Diniz fica inconformado com erros na saída de bola em Mirassol
Pouco depois, quem entrou na mira foi Puma Rodríguez. O lateral-direito uruguaio também se complicou ao ser pressionado na saída e errou duas vezes seguidas, gerando nova explosão do comandante vascaíno.
Conhecido por defender uma construção desde trás, mas com critério e movimentação coordenada, Diniz não gostou nada da execução apresentada nos minutos iniciais. O treinador também reclamou da postura do setor ofensivo, pois faltaram opções de passe e aproximação.
A primeira imagem oficial do DINIZ PUTO™ no Brasileirão 2026.
Bronca surte efeito e Vasco abre o placar com Coutinho
Felizmente, para o lado vascaíno, as broncas de Diniz surtiram efeito. Aos 20 minutos, Puma apoiou o ataque pelo lado direito e cruzou na medida para Philippe Coutinho cabecear. A bola bateu no travessão e entrou. Só que o camisa vascaíno se chocou com o zagueiro João Victor e levou a pior.
Em seguida, veio a parada para hidratação e os titulares do Vasco precisarm ouvir ‘poucas e boas’ de Diniz, com direito a palavrões para tudo quanto é lado.
que isso diniz 😳
o treinador do Vasco falando com o time no tempo técnico
Mirassol:Walter; Igor Formiga, Willian Machado, João Victor e Reinaldo; Yuri Lara, Neto Moura e Eduardo; Negueba, Alesson e Renato Marques.
Vasco:Léo Jardim; Puma Rodríguez, Carlos Cuesta, Robert Renan e Lucas Piton; Barros, Thiago Mendes, Philippe Coutinho, Andrés Gómez e Nuno Moreira; Johan Rojas.
Substituições questionáveis, queda de intensidade e decisões tardias custam caro ao Rubro-Negro na virada do São Paulo nesta quarta-feira (28)
O Flamengo começou o Brasileirão de 2026 longe da imagem de atual campeão nacional. A derrota por 2 a 1 para o São Paulo, no MorumBis, não foi apenas um tropeço de estreia — escancarou problemas já conhecidos da equipe de Filipe Luís, principalmente na condução do jogo a partir do banco de reservas.
O Rubro-Negro até deu a impressão de que teria uma noite tranquila. Gonzalo Plata abriu o placar após jogada de altíssimo nível de Pedro, que ajeitou de peito com categoria. O gol, porém, mascarou falhas que voltariam a aparecer pouco depois. A defesa, desatenta, permitiu a virada são-paulina ainda com o time aparentemente sob controle.
No empate, Luciano subiu entre Léo Pereira e Alex Sandro sem resistência. Na virada, Danielzinho aproveitou um erro grave de Pulgar e a indecisão de Léo Ortiz para bater sem chances para Rossi. Dois lances que mostram um setor defensivo vulnerável — algo que já havia custado caro em outros momentos recentes.
Mas os problemas do Flamengo não ficaram restritos às falhas individuais. Eles passaram, principalmente, pelas decisões de Filipe Luís.
Plata mantido, Pedro sacrificado
Gonzalo Plata marcou, é verdade. Mas também acumulou erros técnicos e escolhas ruins. Durante a transmissão da TV Globo, a própria reportagem de campo revelou a insatisfação de Filipe Luís com o equatoriano. Ainda assim, ele permaneceu em campo.
Quem saiu foi Pedro — justamente o jogador mais lúcido do ataque e responsável direto pelo gol rubro-negro. A substituição tirou a referência ofensiva no momento em que o time precisaria de presença na área para pressionar um São Paulo que já começava a dar sinais de desgaste físico.
Saída de Pedro, o mais lúcido do ataque, influenciou diretamente em derrota do Mengão para o São Paulo – Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Everton Cebolinha e Carrascal também deixaram o campo, enquanto Samuel Lino entrou sem conseguir mudar o panorama. As trocas reduziram o poder de decisão e deixaram o Flamengo previsível.
Meio-campo perde equilíbrio
Outra mudança que pesou no Flamengo foi a saída de Evertton Araújo. O volante era o responsável por dar sustentação ao meio-campo e equilibrar as transições. Sem ele, o time perdeu intensidade e proteção defensiva.
Arrascaeta e Jorginho entraram juntos, mas ainda claramente sem ritmo ideal. A dupla, que poderia ser solução criativa, virou alvo da intensidade são-paulina. O adversário passou a ganhar mais duelos físicos e explorar espaços entre as linhas.
Ficou a sensação de que o Flamengo mexeu para piorar a própria estrutura.
Perguntas que insistem em voltar
A derrota levanta questionamentos que já haviam surgido em outros momentos do trabalho de Filipe Luís:
Por que não manter Pedro em campo para decidir no fim?
Por que não iniciar — ou ao menos usar por mais tempo — coma parceria entre Pedro e Arrascaeta?
Por que insistir em jogadores que claramente não vivem boa noite, enquanto as alternativas mudam o desenho do time para pior?
O Campeonato Brasileiro está só começando, e reforços como Lucas Paquetá devem elevar o nível técnico da equipe. Mas nenhum elenco resolve decisões equivocadas à beira do campo.
Filipe Luís ainda tem crédito e ideias modernas, mas precisa ajustar a leitura de jogo. Convicção é virtude de treinador. Quando ignora o que a partida está mostrando, vira teimosia. E a Nação, como sempre, não costuma ter paciência com isso.
Camisa 10 alvinegro faz jogada de cinema, desmonta a defesa cruzeirense e inicia lance do primeiro gol na vitória por 4 a 0 no Nilton Santos
Se a estreia do Botafogo no Campeonato Brasileiro terminou em goleada por 4 a 0 sobre o Cruzeiro, na noite desta quinta-feira (29), no Nilton Santos, muito disso passou pelos pés – e pela genialidade – de Montoro. O meia argentino foi o grande nome da partida e protagonizou o lance mais bonito do jogo no golaço que abriu o placar.
Depois de um primeiro tempo equilibrado, o Fogão voltou mais ligado para a etapa final e precisou de apenas oito minutos para incendiar a torcida. E tudo começou com uma pintura do camisa 10.
Obra-prima de Montoro abre caminho para goleada do Fogão
Após um arremesso lateral, Montoro recebeu pressionado, cercado por marcadores, mas mostrou categoria de sobra. Com domínio firme, ele girou o corpo com rapidez e deixou três jogadores do Cruzeiro para trás em sequência, desmontando completamente o sistema defensivo adversário.
Na sequência, o argentino rolou para Arthur Cabral, que teve frieza para dar um passe entre as pernas de Jonathan Jesus, deixando Danilo na boa para chegar batendo de primeira. A bola morreu no fundo da rede: um golaço coletivo que nasceu da genialidade individual de Montoro.
Show do Botafogo na estreia do Campeonato Brasileiro
E o show não parou por aí. Aos 30 minutos, o meia voltou a brilhar. Mesmo na intermediária defensiva, ele teve visão de jogo e rapidez de raciocínio para girar sob pressão e enfiar um lançamento milimétrico para Matheus Martins. O atacante disparou pela direita e finalizou cruzado, sem chances para Cássio, fechando o placar.
Ainda deu tempo de Danilo marcar novamente e abrir 3 a 0 para o Botafogo, seguido de Artur, para fechar a ‘tampa do caixão’ cruzeirense no Nilton Santos. Uma vitória avassaladora sobre um dos elencos que mais se reforçaram para a temporada.
Palestrino desde o berço, Veiga ruma ao AMérica-MEX e principal organizada enaltece legado o tratando como um representante da torcida nos gramados O Palmeiras fechou o negócio e o que era possibilidade, virou realidade. Nesta sexta-feira (30), Raphael Veiga teve seu empréstimo ao América-MEX oficializado. Desta forma, o Alviverde desde
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou nesta quinta-feira (29) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para autorizar visitas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do senador Magno Malta (PL-ES). Moraes citou riscos às investigações em andamento e ocorrências disciplinares anteriores. A decisão também determinou que
Insistência na saída curta sob pressão e excesso de ‘esporros’ à beira do campo desestabilizam o time, que falhou além do normal contra o Mirassol nesta quinta-feira (29)
A estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro escancarou um problema que vai além de falhas individuais. A derrota por 2 a 1 para o Mirassol, de virada, no interior paulista, teve a digital direta de Fernando Diniz — tanto pela teimosia tática quanto pelo descontrole emocional à beira do gramado.
O Cruz-Maltino até começou bem e abriu o placar com Philippe Coutinho, de cabeça, após cruzamento de Puma Rodríguez. Mas o cenário mudou completamente quando o Mirassol subiu a marcação e passou a pressionar agressivamente a saída vascaína.
Foi aí que a convicção de Diniz virou problema.
A insistência que virou erro em série
Mesmo com o adversário encaixando a pressão e fechando linhas de passe, o Vasco não variou a saída de bola. A equipe seguiu tentando construir curto, em zonas perigosas, sem a movimentação necessária para sustentar a ideia. O resultado foi um volume de erros muito acima do normal.
O lado direito virou um alvo claro. Puma Rodríguez, pressionado, falhou em sequência. No meio, faltava aproximação. Na frente, ninguém oferecia linha de passe segura. Ainda assim, o time não ajustou o comportamento.
Puma Rodríguez errou demais nas saídas de bolas do Vasco, o que deu confiança ao Mirassol para virada no Maião – Foto: Vinicius Silva/AGIF
O empate do Mirassol nasceu justamente dessa insistência. Após erro na construção, a jogada volta para a área, Renato Marques cabeceia nas costas de Puma, e Cuesta marca contra. Um gol que não foi acidente — foi consequência.
No 2º tempo, o roteiro se repetiu quase da mesma forma. Sob pressão, Lucas Piton perdeu a bola na entrada da área, o Mirassol recuperou, e Eduardo finalizou para virar o jogo, com desvio em Thiago Mendes. Mais uma vez, a origem estava na saída forçada, previsível e mal executada.
O Vasco não foi apenas pressionado. Foi induzido ao erro — e colaborou com isso.
A cobrança faz parte do perfil do técnico, mas, desta vez, o excesso pareceu aumentar a tensão de um time que já estava inseguro. Em vez de serenidade para ajustar posicionamento, oferecer alternativas ou acalmar a equipe, o Vasco teve um comandante visivelmente irritado e reativo.
O reflexo foi um time apressado, errando decisões simples e sem clareza para sair da pressão adversária.
Quando a virtude vira obstáculo
A saída de bola trabalhada é a marca registrada de Fernando Diniz. Mas, no Maião, ela deixou de ser identidade para virar teimosia sem contexto. Faltou leitura de jogo para entender que o Mirassol havia encaixado a pressão e que, em certos momentos, a melhor solução era simplificar.
Não se trata de abandonar um modelo, mas de saber quando adaptá-lo. O Vasco não fez isso — e pagou caro.
Sinal de alerta logo na largada
Depois de uma temporada passada marcada por fragilidade defensiva, o Vasco volta a sofrer gols em jogadas que nascem de erros próprios. Mais do que falhas técnicas, a estreia mostrou um time emocionalmente afetado e taticamente engessado.
A derrota não veio apenas dos pés dos jogadores. Veio também da área técnica.
E, se Diniz não encontrar o equilíbrio entre convicção e adaptação — e entre cobrança e controle — o Vasco pode transformar sua principal ideia de jogo no seu maior inimigo ao longo do campeonato.
Treinador não demorou mais que 5 minutos para ‘cuspir marimbondos’ em seus comandados na estreia pelo Campeonato Brasileiro
A estreia do Vasco no Campeonato Brasileiro começou tensa à beira do gramado. Antes mesmo dos cinco minutos de jogo contra o Mirassol, no interior de São Paulo, Fernando Diniz já demonstrava irritação com falhas na saída de bola da equipe cruz-maltina.
O primeiro alvo foi o meia Nuno Moreira. Pressionado no campo defensivo, o português tentou forçar uma jogada curta e acabou colocando o sistema defensivo em risco. A reação do treinador foi imediata. Da área técnica, Diniz gritou de forma contundente, visivelmente incomodado com a decisão do atleta.
A transmissão do SporTV flagrou o momento e confirmou a bronca. Segundo a reportagem de campo, o técnico chegou a berrar: “O que você fez?”, em tom de incredulidade com a jogada arriscada tão perto da própria área.
Diniz fica inconformado com erros na saída de bola em Mirassol
Pouco depois, quem entrou na mira foi Puma Rodríguez. O lateral-direito uruguaio também se complicou ao ser pressionado na saída e errou duas vezes seguidas, gerando nova explosão do comandante vascaíno.
Conhecido por defender uma construção desde trás, mas com critério e movimentação coordenada, Diniz não gostou nada da execução apresentada nos minutos iniciais. O treinador também reclamou da postura do setor ofensivo, pois faltaram opções de passe e aproximação.
A primeira imagem oficial do DINIZ PUTO™ no Brasileirão 2026.
Bronca surte efeito e Vasco abre o placar com Coutinho
Felizmente, para o lado vascaíno, as broncas de Diniz surtiram efeito. Aos 20 minutos, Puma apoiou o ataque pelo lado direito e cruzou na medida para Philippe Coutinho cabecear. A bola bateu no travessão e entrou. Só que o camisa vascaíno se chocou com o zagueiro João Victor e levou a pior.
Em seguida, veio a parada para hidratação e os titulares do Vasco precisarm ouvir ‘poucas e boas’ de Diniz, com direito a palavrões para tudo quanto é lado.
que isso diniz 😳
o treinador do Vasco falando com o time no tempo técnico
Mirassol:Walter; Igor Formiga, Willian Machado, João Victor e Reinaldo; Yuri Lara, Neto Moura e Eduardo; Negueba, Alesson e Renato Marques.
Vasco:Léo Jardim; Puma Rodríguez, Carlos Cuesta, Robert Renan e Lucas Piton; Barros, Thiago Mendes, Philippe Coutinho, Andrés Gómez e Nuno Moreira; Johan Rojas.
Substituições questionáveis, queda de intensidade e decisões tardias custam caro ao Rubro-Negro na virada do São Paulo nesta quarta-feira (28)
O Flamengo começou o Brasileirão de 2026 longe da imagem de atual campeão nacional. A derrota por 2 a 1 para o São Paulo, no MorumBis, não foi apenas um tropeço de estreia — escancarou problemas já conhecidos da equipe de Filipe Luís, principalmente na condução do jogo a partir do banco de reservas.
O Rubro-Negro até deu a impressão de que teria uma noite tranquila. Gonzalo Plata abriu o placar após jogada de altíssimo nível de Pedro, que ajeitou de peito com categoria. O gol, porém, mascarou falhas que voltariam a aparecer pouco depois. A defesa, desatenta, permitiu a virada são-paulina ainda com o time aparentemente sob controle.
No empate, Luciano subiu entre Léo Pereira e Alex Sandro sem resistência. Na virada, Danielzinho aproveitou um erro grave de Pulgar e a indecisão de Léo Ortiz para bater sem chances para Rossi. Dois lances que mostram um setor defensivo vulnerável — algo que já havia custado caro em outros momentos recentes.
Mas os problemas do Flamengo não ficaram restritos às falhas individuais. Eles passaram, principalmente, pelas decisões de Filipe Luís.
Plata mantido, Pedro sacrificado
Gonzalo Plata marcou, é verdade. Mas também acumulou erros técnicos e escolhas ruins. Durante a transmissão da TV Globo, a própria reportagem de campo revelou a insatisfação de Filipe Luís com o equatoriano. Ainda assim, ele permaneceu em campo.
Quem saiu foi Pedro — justamente o jogador mais lúcido do ataque e responsável direto pelo gol rubro-negro. A substituição tirou a referência ofensiva no momento em que o time precisaria de presença na área para pressionar um São Paulo que já começava a dar sinais de desgaste físico.
Saída de Pedro, o mais lúcido do ataque, influenciou diretamente em derrota do Mengão para o São Paulo – Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Everton Cebolinha e Carrascal também deixaram o campo, enquanto Samuel Lino entrou sem conseguir mudar o panorama. As trocas reduziram o poder de decisão e deixaram o Flamengo previsível.
Meio-campo perde equilíbrio
Outra mudança que pesou no Flamengo foi a saída de Evertton Araújo. O volante era o responsável por dar sustentação ao meio-campo e equilibrar as transições. Sem ele, o time perdeu intensidade e proteção defensiva.
Arrascaeta e Jorginho entraram juntos, mas ainda claramente sem ritmo ideal. A dupla, que poderia ser solução criativa, virou alvo da intensidade são-paulina. O adversário passou a ganhar mais duelos físicos e explorar espaços entre as linhas.
Ficou a sensação de que o Flamengo mexeu para piorar a própria estrutura.
Perguntas que insistem em voltar
A derrota levanta questionamentos que já haviam surgido em outros momentos do trabalho de Filipe Luís:
Por que não manter Pedro em campo para decidir no fim?
Por que não iniciar — ou ao menos usar por mais tempo — coma parceria entre Pedro e Arrascaeta?
Por que insistir em jogadores que claramente não vivem boa noite, enquanto as alternativas mudam o desenho do time para pior?
O Campeonato Brasileiro está só começando, e reforços como Lucas Paquetá devem elevar o nível técnico da equipe. Mas nenhum elenco resolve decisões equivocadas à beira do campo.
Filipe Luís ainda tem crédito e ideias modernas, mas precisa ajustar a leitura de jogo. Convicção é virtude de treinador. Quando ignora o que a partida está mostrando, vira teimosia. E a Nação, como sempre, não costuma ter paciência com isso.
Camisa 10 alvinegro faz jogada de cinema, desmonta a defesa cruzeirense e inicia lance do primeiro gol na vitória por 4 a 0 no Nilton Santos
Se a estreia do Botafogo no Campeonato Brasileiro terminou em goleada por 4 a 0 sobre o Cruzeiro, na noite desta quinta-feira (29), no Nilton Santos, muito disso passou pelos pés – e pela genialidade – de Montoro. O meia argentino foi o grande nome da partida e protagonizou o lance mais bonito do jogo no golaço que abriu o placar.
Depois de um primeiro tempo equilibrado, o Fogão voltou mais ligado para a etapa final e precisou de apenas oito minutos para incendiar a torcida. E tudo começou com uma pintura do camisa 10.
Obra-prima de Montoro abre caminho para goleada do Fogão
Após um arremesso lateral, Montoro recebeu pressionado, cercado por marcadores, mas mostrou categoria de sobra. Com domínio firme, ele girou o corpo com rapidez e deixou três jogadores do Cruzeiro para trás em sequência, desmontando completamente o sistema defensivo adversário.
Na sequência, o argentino rolou para Arthur Cabral, que teve frieza para dar um passe entre as pernas de Jonathan Jesus, deixando Danilo na boa para chegar batendo de primeira. A bola morreu no fundo da rede: um golaço coletivo que nasceu da genialidade individual de Montoro.
Show do Botafogo na estreia do Campeonato Brasileiro
E o show não parou por aí. Aos 30 minutos, o meia voltou a brilhar. Mesmo na intermediária defensiva, ele teve visão de jogo e rapidez de raciocínio para girar sob pressão e enfiar um lançamento milimétrico para Matheus Martins. O atacante disparou pela direita e finalizou cruzado, sem chances para Cássio, fechando o placar.
Ainda deu tempo de Danilo marcar novamente e abrir 3 a 0 para o Botafogo, seguido de Artur, para fechar a ‘tampa do caixão’ cruzeirense no Nilton Santos. Uma vitória avassaladora sobre um dos elencos que mais se reforçaram para a temporada.