A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso do Tocantins, concluiu recentemente o inquérito policial e indiciou um homem de 34 anos pela prática reiterada de estelionato. O suspeito prometia efetuar o pagamento de boletos por valores abaixo do original, mas retinha o dinheiro das vítimas e enviava comprovantes falsos, deixando as dívidas pendentes.
Modus Operandi e Histórico Criminal
O delegado-chefe da 63ª DP e responsável pelo caso, José Lucas Melo, explicou que as investigações revelaram a metodologia do criminoso. Ele se valia da confiança das vítimas e do desejo delas em economizar para aplicar os golpes, simulando a quitação de dívidas que, na verdade, não eram pagas.
O indiciado já possui uma extensa ficha criminal por crimes da mesma natureza, reiterando um padrão de conduta delituosa. A cada nova modalidade, ele explorava a vulnerabilidade ou o interesse das pessoas por supostas facilidades.
José Lucas Melo afirmou: “As investigações da Polícia Civil revelaram que ele prometia efetuar pagamentos por valores menores que os devidos. No entanto, se valendo da confiança das vítimas, ele ficava com o dinheiro e enviava comprovantes falsos. Assim, as pessoas prejudicadas acreditavam ter pago à dívida, que, na verdade, continuava pendente.”
Alerta à População e Desdobramentos
A autoridade policial reforçou o alerta à comunidade para que se mantenha vigilante contra ofertas de facilidades e ganhos incomuns sem comprovação. Antes de realizar qualquer transação com desconhecidos ou que prometam economias irreais, é fundamental verificar o histórico da pessoa e a veracidade da proposta.
O delegado ainda pontuou: “A vontade de pagar uma dívida por valor inferior ao real e assim economizar, era o sentimento de que se valia o criminoso para ludibriar essas pessoas. A Polícia Civil alerta a população para que evite cair em golpes que prometem facilidades e ganhos sem qualquer tipo de comprovação. Antes de efetuar qualquer transação com desconhecidos, procedam uma verificação mínima quanto ao histórico daquela pessoa e do que se busca negociar.”
Com a conclusão do inquérito policial, o caso foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para que as medidas legais cabíveis sejam tomadas, visando à responsabilização do acusado.