Resposta Coordenada: A Atuação do Corpo de Bombeiros e Desafios
A resposta ao incêndio que atingiu o Shopping Tijuca na noite de 2 de janeiro de 2026 foi marcada por uma rápida e coordenada mobilização do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A corporação foi acionada às 18h28, com o foco inicial no Quartel da Tijuca. Contudo, dada a complexidade e a extensão do incidente, que teve origem no subsolo do edifício, a operação rapidamente escalou, exigindo o apoio de mais cinco quartéis. Este engajamento imediato de equipes de diferentes regiões foi crucial para conter a propagação das chamas e iniciar as ações de segurança e resgate.
No total, a força-tarefa mobilizou 13 viaturas e cerca de 40 militares para a operação, evidenciando a robustez da resposta. O CBMERJ destacou que um dos principais desafios residia na localização do foco do incêndio: uma área de difícil acesso no subsolo da edificação. Essa característica impôs a necessidade de atuação técnica especializada e o emprego intensivo de equipamentos de ventilação mecânica. Tais recursos são fundamentais para dispersar a densa fumaça acumulada, garantir a visibilidade e a segurança das equipes no interior do shopping e, consequentemente, facilitar o combate direto às chamas, minimizando os riscos aos bombeiros.
Além do combate ao fogo, a operação também se concentrou na assistência às vítimas. Quatro pessoas foram socorridas por equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), demonstrando a coordenação entre os diferentes órgãos de emergência na cena. Desses, dois indivíduos foram encaminhados e internados no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro, para receber tratamento médico adequado. A operação, conforme informado pelo CBMERJ, ainda estava em curso no local, indicando a persistência do trabalho das equipes para a completa extinção do incêndio e a segurança total da área.
Fonte: https://www.poder360.com.br