O Governo de SP mantém trabalho conjunto com as concessionárias Sabesp e Comgás no atendimento às famílias afetadas pela explosão ocorrida no Jaguaré, na zona oeste da capital.
Os integrantes da Gerência de Apoio do Jaguaré, estrutura responsável por coordenar e acompanhar as ações emergenciais voltadas ao atendimento das vítimas e à restauração da área atingida pela explosão, estiveram presentes, neste sábado (16), para orientar e prestar assistências aos moradores. Também se reuniram com líderes comunitários e representantes das concessionárias para discutir o encaminhamento das famílias atingidas com a interdição definitiva.
O encontro contou com a participação do Ministério Público de São Paulo, da secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende, e do Cel. PM Elço Moreira da Silva Júnior, que coordena a Gerência de Apoio.
A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) já mapeou 126 imóveis na região, importante etapa para organização e planejamento dos atendimentos a serem realizados às famílias que perderam suas casas e serão realocadas para novas moradias.
A equipe social da CDHU mantém uma van no local para prestar atendimento e tirar dúvidas de moradores locais que comparecem espontaneamente à unidade móvel. Neste sábado (16), 97 entrevistas foram realizadas.
As famílias que perderam suas residências poderão optar por alternativas oferecidas pelo Governo de São Paulo. Entre elas estão as transferências imediatas para apartamentos mobiliados da CDHU, aquisição de imóvel via carta de crédito e o auxílio aluguel. Todas as despesas com novas moradias e reconstrução dos danos causados pelo acidente serão integralmente ressarcidos pela Sabesp e Comgás.
Na sexta-feira (15), a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) organizou a visita das primeiras quatro famílias que tiveram a moradia interditada em razão da explosão às unidades habitacionais viabilizadas pela Companhia. O apartamento decorado é localizado no Residencial Reserva Raposo. As quatro famílias aceitaram o atendimento no empreendimento e darão andamento na apresentação de documentos a partir da próxima semana. Na próxima semana, mais visitas foram agendadas para segunda e terça-feira.
Neste sábado (16), os agentes da Defesa Civil retomaram os trabalhos de demolição das casas condenadas pela explosão. Na sexta-feira, os trabalhos precisaram ser interrompidos em função da chuva, tornando o local arriscado para as equipes de trabalho.
As vistorias das casas avariadas continuam e 195 imóveis foram visitados pelos técnicos e engenheiros. As reformas já foram iniciadas em 45 imóveis que sofreram avarias leves.
De acordo com as concessionárias, 662 pessoas foram cadastradas e receberam o auxílio emergencial para despesas imediatas, valor que foi ampliado de R$ 3 mil para R$ 5 mil, pago via Pix. As famílias também estão sendo acolhidas em hotéis e recebendo acompanhamento. Todos os demais danos sofridos pelos moradores serão ressarcidos pelas empresas.
Desde o acidente, equipes do Governo de SP e das concessionárias realizam o acolhimento social e distribuição de kits de ajuda humanitária na região, além de manter um posto de atendimento aos desabrigados e suporte às famílias.
O Fundo Social de São Paulo, apoiado pela Defesa Civil, segue entregando doações para a comunidade.
A carreta do Poupatempo móvel, disponibilizada pelo Governo de São Paulo para atender as famílias, realizou neste sábado 242 atendimentos para solicitação de nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).
A presença do Poupatempo no local busca garantir acesso rápido à documentação em um momento de necessidade, facilitando a regularização dos dados pessoais dos moradores. Também são oferecidos serviços como atestado de antecedentes e apoio ao uso dos canais digitais do Poupatempo.
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