As regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça se aplicam a praticamente toda a magistratura, com exceção dos integrantes da Suprema Corte. No caso desses ministros, a proposta é ampliar o debate sobre a criação de um código próprio de conduta, iniciativa que ainda enfrenta resistências internas.
Especialistas em direito avaliam que determinadas posturas podem lançar dúvidas sobre a atuação do Judiciário. O entendimento é de que não se busca impedir manifestações de magistrados, mas sim definir limites claros de comportamento. A imparcialidade, nesse contexto, não deve apenas ser declarada, mas demonstrada de forma concreta por meio das atitudes adotadas no exercício da função.